
Como a candura pode se sentir tão indesejável?
Como pode questionar a vontade de estar perto e senti-la?
Como estancar a beleza do que é belo?
Ela confunde sua força com indelicadeza,
ilude o seu charme
e não nota seus dons.
Ela fala sobre as verdades da vida e vive
Reflete e flerta
Acalenta e inspira.
Ela quer aprender, quer ansiar, quer se entender e conhecer.
Quer ser um espelho, quer mirar e ver o infinito
e compreender as coisas do tempo
Ela sou eu quando estamos juntos, e nela vejo os olhos do mundo
E a simplicidade complexa de tudo que me faz sorrir e pensar
Ela sou eu e nem sabe, ou sabe.
Ela é o mundo em poucos segundos,
saboreando as cores e sons
deliciosamente ela,
Ela é brilho e por isso ofusca... nem ela o percebe,
E eu, fascinado, admito que ela me atinA.




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